Posts de Junho, 2007

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Blog semi-abandonado e as botas horrendas

28 Junho, 2007

 

Este blog está semi-abandonado, eu sei, vocês sabem e  todo mundo fica triste por isso, mas eu muito, muito mais…

1)- Porque o blog é meu e eu adoro escrever nele, oras

2-) Porque eu sou uma Drama Queen, una mujer dramática, pero sin perder la punkería jamás!

Tenho várias idéias de posts por dia, pena que meu laptop é do tempo dos Flintstones e o dinossaurozinho que corria na rodinha para que ele funcionasse, morreu. Vocês não querem me dar um novo?

Não, não um dinossauro novo. Um laptop. Duh!

Estou super empolgada com os novos projetos com os quais estou envolvida, deixa eles se concretizarem de vez que eu conto tudo. Bas-fond queridassss!

Só sei que vou ficar super-atarefada(mais?) e famosa (mais?)…a parte do “ficar rica”, a gente pula…bah.

Algumas coisas me assustam no inverno. E não é o frio. A proliferação de botas horrendas nos pés das mulheres, por exemplo. Fashion Descontrol nível mega-blaster.

Ou são aquelas plataformas horripilantes, que dão à mulher a graça de um elefante com talidomida ou são aquelas rasteirinhas, de camurça toda engruvunhadinhas do tipo “wannabe-pocahontas-mas-meu-cabelo-é-ruim-e-eu-sou gorda-demais-para-isso”.

Terrível. E as cores então? Afemaria, de dar enjôo.

Vamos lá: porque inovar tanto nas botas, meus amores? O que há de errado com as boas e clássicas botas pretas de salto?

E os coturnos? Eu AMO coturnos. São lindos e, por incrível que pareça, são super-híper confortáveis…tudo bem, no começo seu pé quase necrosa, mas depois ele fica maciozinho…uma delícia.

E militarismo nunca sai da moda!…Er…em todos os aspectos, diga-se de passagem…

Aqui nem faz tanto frio pra usar tanta bota, pô. Estão pensando que estão aonde? Quebec?

Horrível. Modinha de revista feminina sucks.

Seja original e faça sua própria moda, porra. Duvido você sair com uma galocha de plástico colorido.

Stáile!

Meu deus, uma coisa que me fez passar mal dia desses: Snow Patrol virou bandinha de rádio FM brasileira, daquelas beeem xumbregas que tocam hip-hop e pagode a maior parte da programação! Eu até que previ isso, mas sinceramente…estou em choque.

Sou egoísta com bandas legais. Quero que elas fiquem underground e obscuras para sempre, incorruptíveis, a salvo dos apelos da indústria fonográfica e da massa ignara…

O Papai-Noel e o Coelhinho da Páscoa estão aqui balançando a cabeça e concordando comigo.

Beijos, saudades. Tô correndo. Sorry.

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27 Junho, 2007

Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer…parece aquela música da Rita Lee, mas é a minha vida. Ok, É a música da Rita Lee, mas tem tudo a ver com a minha vida.

Ontem fiz 31 anos de idade. Mas, com minha vasta e louca experiência de vida, parecem mais 81.  É tudo tão estranho que às vezes tenho medo….as lembranças se perdem, parece que foi uma outra pessoa que viveu todas aquelas coisas, não eu.

Foram tantas emoções (!), em épocas tão diferentes, com pessoas diferentes, conjunturas diferentes, sentimentos e  pensamentos diferentes, que eu posso dizer com toda a convicção que não sou a mesma mulher de um ano atrás, por exemplo.  

Sou alguém monstruosamente adaptável, que assimila mudanças de todos os tipos com uma desenvoltura e facilidade incríveis. Isso acaba me assustando. No fundo, no fundo, parece que passo por cima de tudo e não me apego, não sinto nada. Parece que vida ganha um aspecto descartável, o que facilita muito quando um período chega ao fim ou eu perco alguém…mas não é nada isso. Muito pelo contrário, aliás.

Sou alguém que vive cada experiência como se fosse a última e única. Porque pode acontecer de ser, oras. Memento Mori. É assim que precisamos aprender a viver: lembrando-nos de que vamos morrer. Precisamos fazer valer a pena enquanto é tempo.

Desde muito cedo precisei aprender a aproveitar o que vale a pena na vida e esquecer e aceitar a parte ruim da mesma, a deixar pessoas irem embora sem cobrar nada delas, a entender que tudo tem um fim, tanto a felicidade quanto a tristeza e que as duas forças precisam coexistir no Universo.  Precisei fazer isso ou morreria louca muito nova.

O Yin e o Yiang, o bem e o mal, a leveza e o peso, o feminino e o masculino…pólos contrários são necessários para o equilíbrio de tudo. Nada pode ser 100% uma coisa ou outra, ou vai estar em desequilíbrio. Vai ruir. Vai falhar.

É que acho que existem experiências, pessoas e épocas que realmente têm validade e propósitos determinados em nossa vida. Servem para a gente aprender algo, se libertar, adquirir valores, abandonar outros, amadurecer, relaxar, ganhar experiência e sabedoria, maturidade, equilíbrio. Simples assim. Outras coisas e pessoas podem, e até vão, durar para sempre. Mas, não cabe a nós saber quais serão. Só nos cabe viver, amar e aprender.

Eu aprendi com cada experiência que tive. Boa ou ruim. E não foram poucas. E sei que tenho muito, muito muito mais a aprender ainda. Sempre. Por isso viver é bom. A gente nunca pára de aprender, se quiser.

Mas hoje, com 31 anos, posso finalmente dizer que estou exatamente onde e como gostaria de estar nesta idade.

Sou extremamente feliz, tenho poucos e preciosos amigos com quem sei que posso contar em qualquer situação, tenho uma vida profissional que a cada dia ganha mais brilho e novos desafios, meu corpo continua o mesmo desde os meus 15 anos de idade, minha pele é linda, meu sorriso cada vez mais verdadeiro, meu relacionamento está cada vez mais gostoso e recompensador a cada dia, minha saúde está ótima, estou de casa nova, emprego novo, marido novo…e chega porque poderia encher um post inteiro só de coisas boas da minha vida.

Tenho tesão em tudo o que faço. Absoluamente tudo. E isso é maravilhoso. Isse é meu verdadeiro Fogo nas Entranhas.

Eu gosto da pessoa que me tornei. Sei que preciso melhorar, sempre precisamos, mas gosto de quem sou, de estar onde estou…agora só falta você.

E você? Se gosta? Está satisfeito (a) consigo mesmo?

Isso é crucial para se viver uma vida feliz. Ter auto-estima e auto-confiança, amor e perseverança.

Se minha vida terminasse exatamente agora, depois que eu pussesse o ponto final nesta frase, ela teria valido a pena.

Adoro vocês. Vocês, amigos do passado, do presente e do futuro… obrigada por fazerem da minha vida uma experiência maravilhosa. Este aniversário foi um dos melhores que já tive e parte disso, eu devo a vocês. Obrigada.

PS: Leitores queridos: acabei de me mudar de casa e também mudei de emprego, conforme falei acima. Portanto, estou com milhares de detalhes para resolver e não está sobrando tempo para o blog. Espero agora em julho retomar a freqüencia de novos (e interessantes) posts por dia.

Como diria o grande filósofo Didi Mocó: aguardem e confiem.

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Hammertime!

20 Junho, 2007

Sen-sa-cio-nal!

Mas só quem se lembrar da música vai entender a placa.

Não sabe que música é essa? Ora, onde você estava no começo dos anos 90?

 

E quem quiser conversar com o Reverendo Hammer é só visitar seu blog!

http://mchammer.blogspot.com/

Te mete!