
Saia curta
30 Outubro, 2009
Foi-se o tempo em que tudo o que recebíamos ao vestir uma saia curta eram assovios, frases sussurrantes na rua e broncas do pai, em casa.
Agora a turba insandecida e estúpida acha demodé essas sutilezas. Ao invés disso, gritam feito caçadores pré-históricos prontos para abater a presa e encurralam a mesma numa sala de aula de faculdade só porque ela subia a rampa com uma saia curta o bastante capaz de mostrar os fundilhos aos incautos que jaziam no nível mais baixo…no sentido amplo da frase.
Como classificar tal ato? Animalesco, decerto, mas ao mesmo tempo, estranho.
Não é essa a geração que tem mais acesso à pornografia nos últimos tempos? Não é essa a geração da ficada, do sexo casual, do namoro sem compromisso, do casamento aberto?
Que porra de geração é essa, afinal, que chama de PUTA uma garota que usa uma saia curta? Em que fatos eles se basearam para empregar tal alcunha à coitada?
Fico aqui pensando: essa é uma geração de espectadores. Tem acesso a tudo, mas não experimenta nada.
Parecem recalcados, apegados à valores tão antigos que provavelmente tenham sido combatidos por seus pais (que mais tarde acabaram cedendo a eles).
São preconceituosos, impiedosos, descerebrados, covardes, fúteis, capazes de criar alvoroço por algo tão medíocre e de cunho tão pessoal, mas sem a mínima paixão para fazer o mesmo e lutar por algo verdadeiramente útil que cause alguma mudança em seu pequeno e podre microcosmo.
Ah, sei lá. O que falar de animais como esses?
E isso se deu em uma faculdade, hein? Reduto da classe média abastada de nosso País.
É a primeira trombeta do Apocalypso, minha gente!
E ainda faltam seis…
02/11/2009 – 13:49 editar postÉ DE PEQUENINO, QUE SE TORCE O PEPINO.Ela parece a versão loira da mulher melancia. Um vestido de malha justissimo e cuja barra vai subindo a medida que anda, provocado pelo andar das pernas muito gordas.
Claro que chama a atenção, era o que a garota queria .
Usar uma roupa inadequada, não justifica a violência. Nada justifica a violência.
Tudo consequência da falta de educação que não receberam na escola.
Em casa a criança é diferente, já na escola é onde se junta e onde os professores precisam ensinar o aluno a se comportar em grupo. Sózinho o individuo se comporta de uma forma, em grupo muda a figura.
Temos visto é professor, como no caso do Professor da Escola Octacilio de Carvalho Lopes, que teria espancado um aluno que na opinião do professor “estaria rebolando feito bicha”. Ao invéz de ser punido, o professor é promovido e está enganando e assinando ponto na Escola Adelaide Ferraz de Oliveira, promovido a coordenador pedagógico.
O preconceito premiado.
Cada ocasião pede um tipo de vestuário, isso se aprende em casa e na escola em conjunto.
As escolas não estão se preocupando com isso. Ao invéz disso, se preocupam em vender uniforme.
A estudande que queria chamar a atenção, óbvio, muito natural. Toda garota quer …
O que fica claro, é que os alunos não estão preparados para lidar com as diferenças…São apenas a consequencia de uma escola falida moral e fisicamente.
Se…lá vem o SE….
A escola, manda não raro, alunos de sete anos a vigiar o colega enquanto a professora sai da sala.Ensina o aluno bonzinho a cuidar da vida dos outros e não da sua…
A moça parecia vestida para uma apresentação em palco para um público masculino.Não estava combatível com a ocasião e nem com o ambiente, mas isso é problema dela, e justo por isto, devia ser ignorada.
Os alunos mostram que aprendem a ser hipócritas e a cuidar da vida do outro e não da sua.
O vestido era de malha justa e com o andar da moça ele iria até os seus fundilhos, mas até aí…
Qual o problema ????
Então que o incidente sirva de lição para todos nós.
Tornar a moça uma vítima também não é por ai.
Que alí todos são vítimas.
Vítimas da falta de educação e do preconceito.
Os alunos não aprenderam que “água que não vais beber, deixes correr”
Se o aluno não aprendeu é que os professores e pais não ensinaram