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My name is Elektra Natchios…

23 outubro, 2006

Eu amo quadrinhos. A maioria dos leitores desse blog sabe disso. Sou colecionadora compulsiva mas já fui pior, em tempos de vacas obesas, até porque os mix de revistas de hoje não compensam, são caros e mal planejados – (Mix: hisórias de personagens diferentes publicadas numa mesma revista: ex: Demolidor (que eu amo) e Pantera Negra (que não gosto muito).

Coleciono mais ou menos desde os 6 anos de idade. Tenho mais quadrinhos em casa do que juízo na cachola ou dinheiro na conta. Mais que o último, com certeza. O outro, por mais que alguns achem que não, ainda sobra um pouco.

Eu comecei a ler com quadrinhos. E não foram os da Turma da Mônica. Foi com Heróis da TV, se não me engano. História do Super-Homem. Nem preciso dizer que quando descobri Turma da Mônica, não achei a menor graça.

Me interessavam muito mais os dilemas enfrentados pelos super-heróis do que a raiva que a Mônica sentia quando roubavam seu coelho. Que chatice aquilo! Preferia mil vezes o plano infalível do Dr. Destino para conquistar o mundo do que o do Cebolinha e do Cascão para pregar peças nos outros. Sem comparação. Desde criança já revelava traços de megalomanía…

Fazia sucesso com os moleques da sala (já naquela época! Hohohoho) e também, desde cedo, conquistei a antipatia das meninas, porque passava bastante tempo com os garotos.

Trocávamos figurinhas e gibis e discorríamos durante horas sobre poderes de um e de outro super-herói: “eu sou esse”, “eu sou aquele”, “fulano é mais forte que cicrano”, “é nada! Beltrano é indestrutível”, “meu poder anula o seu”, “você não pode ser esse, ele é loiro!”, “você não pode ser ele, você é mulher!” – Machistas. Mas era verdade. Eram poucas as heroínas que eu admirava. Pra falar a verdade, nunca gostei de mulheres muito certinhas, totalmente altruístas. Isso me soava hipócrita. Não acreditava na existência de alguém tãão bom.

Eu gostava era das vilãs, mas tinha medo de admitir. Afinal, todo mundo queria ser herói, porque diabos eu tinha que ter aquela queda pelo “lado negro” da força? Eu gostava era da Mulher-Gato. Adorava. Ela era linda, poderosa e manipulava o Batman. Gostava da Mística também. E da Rainha Branca (Emma Frost)..ai, ai

A medida que fui ficando mais velha, já adolescente, fui conhecendo outros tipos de quadrinhos, que apresentavam narrativas e ilustrações diferenciadas. Will Eisner, Robert Crumb, Chayken, Spiegelman…

Europeus… Asterix, O Incal… quadrinhos eróticos: Manara, Serpieri, Crepax. Diversas graphic novels, minisséries (cuja diferença eu já expliquei neste post) e alguns quadrinhos mais complexos, densos para “adultos” como as de Moebius, Sandman, Monstro do Pântano, Orquídea Negra, Asilo Arkham, Watchmen, V de Vingança, American Flagg etc, etc, etc…..muita coisa. Impossível listar. Nem vou me lembrar.

Foi numa dessas pesquisas que acabei conhecendo uma das minisséries que mudou minha vida e me deu minha “ídala” definitiva: Elektra Assassin – Escrita pelo MESTRE Frank Miller (Sin City, 300 de Esparta, Cavaleiro das Trevas) e ilustrada magistralmente por Bill Sienkiewicz, pra mim um dos melhores ilustradores de quadrinhos EVER. Sem comparações.

Elektra (clara alusão ao mito grego de Electra, filha de Agaménon e Clitemnestra, que induz o irmão a matar a mãe para vingar o pai) na verdade foi uma personagem secundária criada por Miller para apimentar o título mensal de Demolidor que ele escrevia na época (anos 80) para a Marvel. Até então, e por isso mesmo, ela não parecia ter muito futuro, tanto que logo morreu na cronologia oficial. (revista mensal do Demolidor)

Mas eis que Frank resolve dedicar uma minissérie só pra ela, tentando explicar sua origem, suas atitudes, revelar realmente quem era aquela mulher que surgiu do nada, abalou a vida de Matt Murdock e se foi. E eis que, o que antes parecia ser uma personagem sem graça, sem brilho e completamente dispensável, ganhou vida – e que vida! – e background estupidamente surrealistas nas mãos da dupla Miller/Sienkiewicz.

O título foi originalmente lançado em 1986, mas eu fui ler uns três ou quatro anos depois. E agradeço por isso. Não teria aproveitado tanto, caso tivesse lido mais nova.

Elektra Assassin me abalou em vários sentidos. Talvez muito por conta da época em foi lida. Eu era uma adolescente com grandes quantidades de agressividade e rebeldia reprimidos por circunstâncias que não vem ao caso agora. Eu era uma verdadeira bomba-relógio. Que mais tarde explodiu. E talvez continue explodindo até hoje. Explosões menores e agora inofensívas…mas ainda assim, explosões…e eu me identifiquei com aquilo. De imediato.

Elektra Assassin é psicodélico, psicótico, surreal e animalesco em vários ângulos. Uma história surpreendente que mistura política, corrupção, artes marciais, sexo, violência, manipulações, traumas de infância, drogas, loucura, amor, entrega e morte. É altamente conceitual. Uma obra-prima da arte sequencial. Narrativa fragmentada seguida de desenhos ultra-realistas formando um mosaico perfeito entre arte e enredo, coisa pouco comum no meio.

As ilustrações de Bill conseguem expressar completamente toda a densidade e loucura do roteiro de Miller. Em muitas páginas, inclusive, não há texto algum. Somente sua arte. E ele extrapola, pira o cabeção. Usa técnicas diferenciadas, aquarela, fotocópias, fotos, colagens, grampos, nanquim e até desenhos feitos em guardanapos.

É muito difícil expressar em palavras toda concepção e valor artístico que Elektra Assassin carrega.

E Elektra…ela é um caso à parte. Depois que a descobri, ela me tomou por inteiro, não sobrou mais nem um espacinho para qualquer outra personagem de HQ. Ela não é uma heroína. Tampouco uma vilã. Ela é um anti-heroína. É justamente as duas coisas. Flutua, oscila, vagueia entre sentimentos, atitudes, valores e princípios totalmente opostos. É antagônica. É confusa. É traumatizada, doente. Terrivelmente humana.

Ao mesmo tempo que é uma ninja fodíssima, altamente treinada capaz de ler mentes e matar qualquer um em segundos, é extremamente frágil. Apaixonada. Sente medo, sente falta do pai. Projeta no ser amado (Demolidor) a proteção da qual sente falta mas se recusa a admitir. Tem com ele uma relação complicada, de amor e ódio, eternamente mal-resolvida. Toma atitudes movidas por um impulso primal e assassino que a consome, cega, que preenche seu tempo e que ironicamente a mantém viva.

Eu me apaixonei. Não houve como fugir. Era ela. Depois de ler Elektra Assassin, corri atrás de TUDO sobre a personagem. Várias outras revistas, colecionei todos os títulos, outras GN como Elektra Vive, Roots of Evil, minisséries como Elektra Saga. Tudo, tudo, tudo. Nenhum, NUNCA se equiparou à Elektra Assassin.

Se você viu aquela merda de filme que fizeram sobre ela então, esqueça. Aquela boçal retratada ali NÃO É a Elektra. Acredite.

Tenho pôsteres, tenho sketchbooks do Sienkiewicks, tenho camisetas, cheguei até a ter a réplica de suas armas. Entrei no Kung Fu por causa dela. Fiz 5 anos e a primeira arma que quis aprender a manejar foram as adagas Sai, a arma dela.

Eu havia finalmente achado minha heroína. Meu modelo. Alguém confusa e incompreendida que parecia sofrer tanto quanto eu, mas que lutava, lutava bravamente contra isso. Lutava, ainda que por meio pouco ortodoxos, para não pirar de vez. Era uma guerreira. Era durona. Ao menos exteriormente…

E tem mais: fiquei extremamente feliz. Porque ela não era real. Minha “ídala” era alguém que não existia. E aí, me senti ainda mais parecida com ela.

É claro que depois, mais velha, amadureci (será?) e aprendi admirar pessoas reais que de fato fizeram e fazem diferença no Planeta Terra ou ao menos em meu microcosmo…mas ela ainda está lá…É minha predileta. E toda vez que eu pego essa maldita minissérie pra reler, consigo sentir o frio na barriga, exatamente como na primeira vez. É meu quadrinho predileto. Sem dúvida alguma. É isso.

Aqui está o site do Sienkiewicz

Depois escrevo sobre 300 de Esparta, também de Miller e eventualmente sobre outras HQs igualmente importantes para mim.

14 comentários

  1. ela é linda…de resto, sou leiga…rs
    Bj
    love


  2. Realmente, Turma da Mônica não é nada interessante. Mas eu gostava das tirinhas do final da revista, por que se elas fossem ruíns pelo menos eu não perdia tempo lendo muito. Quanto ao Frank Miller… ele podia ter deixado outro desenhista fazer O cavaleiro das trevas (que bosta de desenho e mais bosta ainda a narrativa), nem agüentei ler até o final. Mas eu dou um ponto pra ele, pois ele apresentou para o ocidente um dos melhores quadrinhos – senão o melhor – que eu já li em toda a minha vida medíocre (apesar de terem sido poucos): O lobo solitário. Isso sim é quadrinhos! Aliás, O lobo solitário é foda justamente por que não é quadrinhos, é mangá. Eu odeio heróis! Eles morrem e revivem a todo o momento, isso é um saco. Eu curtia o Wolverine, mas judiaram tanto do cara que… putz!
    Talvez eu esteja julgando mal os comics, afinal eu mais ouvi falar do que conferi. Mas gostaria muito de conferir a Elektra, pois pelo que você disse ela é o que mais foge desse padrão de herói. Só espero que ela não fassa parte da moda anti-herói assim como Spawn foi.


  3. Já leu Akira?


  4. Nossos blogs conversam como nossas cabeças. Lembro de nós duas tomando umas na sexta e falando sobre a Elektra, entre outras coisas mais. E aqui ela está novamente. Vai entender.

    Meu blog falou com vc hoje de novo. Não mandei para o seu email porque quem escreveu foi o meu eu-lírico estranho e virtual e ele ainda não te conhece. Mas está lá. É uma carta tosca. E mais nada.

    Beijo. Vou dormir que já passou da hora.

    http://archenar.blogspot.com/2006/10/conversa.html


  5. Nando, claro que li Akira.

    Não gosto muito de mangás. Exceto Lobo Solitário e de um outro que comecei a comprar agora pouco e…esqueci o nome…algo sobre a yakuza. Achei o plot bom, mas o ritmo LENTO, pra variar. Odeio isso em mangás. Vários e vários quadrinhos desperdiçados totalmente sem narrativa ilustrando a gota de suor caindo da testa do personagem…afe. Isso funciona em cinema, não em quadrinhos. Na boa.

    Não gosto dessa invasão dos quadrinhos japoneses, não gosto do traço deles que não varia muito, não gosto do ritmo diferenciado das histórias..não gosto.
    Eu fui criada com quadrinhos de heróis e os AMO. Eu sou purista nesse sentido.

    E vc não odeia heróis, vc odeia os editores de heróis. Por isso que linkei aquele outro post que fiz, nesse texto. Nele, tento explicar o porque do morre-ressuscita e da cronologia confusa das revistas. E aconselho aqueles que nunca leram um gibi a começarem por minisséries, graphic novels ou one shots, que são histórias fechadas, com começo meio e fim e onde o leitor não vai se perder.

    E sim, você está julgando mal as comics. : P Leia essas que eu aconselho, depois a gente conversa… (hehe)


  6. Tive a sorte, o prazer, o destino, sei lá, de pegar o BOOM dos Quadrinhos no final da década de 80, exatamente no momento em que eu estudava Desenho de Comunicação no KK. Na época, esse curso era antenadasso e dava de 10 a zero em praticamente todos os outros cursos similares e não ficava muito longe dos “tops”, tipo USP.

    O Miller sempre me agradou por ser violento e “cinematográfico”, de certo modo ele preconizou o comportamento que viria na década seguinte, aquela agressividade grunge.
    Miller detonou na época, mesclando essa linguagem de HQ “USA” com Mangá – Bom, não tinha como não ficar legal. Assim como o Otomo (Já que citaram Akira), que fez meio que o inverso, misturou o Mangá com HQ Ocidental e tb acertou.

    Ele está entre meus favoritos. Quando vejo: Elektra, Ronin, Cavaleiro das Trevas, a minissérie do Wolverine ou as histórias que ele fez com o John Romita, putz.. de certo modo ele fez com que meu interesse por Super-Heróis voltasse. Fora 300, que é uma história bacaníssima e vai ser um estouro como filme.
    Sei que ele fez coisas melhores com elektra, mas “Elektra Lives Again” ainda é minha favorita, acho que porque é uma história de amor impossível e a arte é maravilhosa, o formato…

    Enfim… hoje em dia a gurizada prefere Mangá! Gosto de Mangá, mas passou a ser uma coisa comum demais e por mais bacana que seja é “tudo igual”.

    Estou influenciando minha filha de 7 anos – ela já ganhou o SUPER TRUNFO MARVEL! 😀


  7. Também gosto do Batman (revistas fechadas como você disse). Quanto a mangás,a parte boa tá nos roteiros, cenários e narrativa. Eles realmente não se importam em desenhar homens como o Schuzeneger e mulheres como a Pamela Anderson. Você vai ter que “sentir” mais a gota de suor escorrendo na testa do personagem quando estiver lendo como diz em epifania, (hehe). Te adoro do fundo do coração Gabi,mas eu odeio heróis sim. Pois o que está disponível nas bancas pra eu ler são títulos aprovados pelos editores e não as idéias originais dos roteiristas e desenhistas. Afinal de contas, o que importa é vender e isso é muito americano pra mim.
    Passa pra mim uma lista de graphic novels, minisséries e one shots que você achou bom. Se eu não tiver lido eu confiro e agente termina essa discução com mais conteúdo. Beijão.


  8. Uai, vai lá no post que tem link no texto.

    E quanto a sentir: ora no post da Elektra está tudo o que senti. Essa minisserie mudou minha vida! Vc vem me falar de “sentir”? Pfff..

    E realmente..vc precisa conhecer mais quadrinhos. Acho que tem um certo preconceito aí. Não seja tão radical. Isso é burrice. Vá atrás, pesquise e depois forme uma opinião. Existem quadrinhos europeus que não são de heróis e são INFINITAMENTE melhores que mangás. Não que exista só mangá ruim. Mas quadrinhos americanos não são ruins porque são americanos, peralá. Ou vc acha que a industria dos mangás não possui editores que tb ditam as regras? Ora Nando, não seja tão ingênuo. A indústria gráfica e de quadrinhos gera MUITA, mas MUITA grana na fora. E a dos mangás, idem, talvez mais que a americana até. Vide a série de produtos que são lançados na rabeira: desenhos animados, filmes, camisetas, bonés, lancheiras, bonecos lápis, blábláblá. Eu moro na Liberdade. Eu ESTOU dentro de um mangá. Não me venha falar que mangá é alternativo pq eu tô pra ver algo mais pop. E pior, pop japonês. Uma das culturas mais antigas, belas e ricas do mundo. E ao mesmo tempo um dos povos mais consumistas, materialistas e preconceituosos do mundo. Be cool e ache um ponto de equilíbrio aí, my brother.

    Beijo


  9. ahahahhhahahahahahah! O que eu disse meu Deus?! Você tem razão. Os editores americanos acertam, once in a while. Acho que existe mais coisa boa no mangá por que eles produzem mais, só isso. Eu nem mencionei o mercado europeu, pois só conheço nomes e a arte que acho a melhor entre os três mercados.
    Espero não estar assinando minha pena de morte dessa vez, pois como você disse, eu sou “inocente”.
    Beijos Sis.


  10. Lembro perfeitamente da primeira revista de super-heróis que eu li. Foi uma da primeira fase da DC na Abril, e estava jogada no quarto de um primo. A história era dos Novos Titãs, quando a Ravena estava tentando impedir o retorno de seu pai, Trigon, e acabou provocando uma luta entre os Novos Titãs e a Liga da Justiça.

    A cena final é linda, quando as duas equipes dão as costas para ela, que grita desesperada dizendo que o mundo está em perigo. Fiquei tão impressionado que comprei o número seguinte, e o próximo, e os outros, até virar também colecionador tanto de revistas DC quanto Marvel.

    Eu também sempre gostei da Elektra, adoro a história em que o Tentáculo tenta ressuscitá-la e o corpo desaparece, junto com o Rocha, o último dos amigos do Stick que ainda estava vivo. Só achei que a continuação (Elektra Vive) não ficou tão magistral quanto se esperava.

    Gosto muito também da graphic novel do Demolidor, também desenhada de forma psicodélica pelo Sienkiewicz.


  11. voce parece tao viciada quanto eu…eu sei como e ese frio na barriga depois de ler sua historia preferida (mesmo q seja a vigessima vez)mas o q eu gosto mesmo e mangá (e animé) que em tese e a mesma coisa ( o mangá e tipo uma historia em quadrinhos, mas japonesa ,e o animé e um desenho animado tb japones)EX: cavaleiros dos zodiacos(saint seya),sakura card captor(card captor sakura) ,(esse sao os famososos os que eu AMO mesmo sao: naruto ,samurai x (ruroni kenshin),bleach …e assim vai pois nem da para continuar)PS:OS QUE PASSA NA TV SAO PRATICAMENTE BASEADOS EM CORTES (PRINCIPALMENTE SANGUE)OU SEJA HORRIVEIS ACABAM COM TODA A GRAÇA (entao naum se basei neles). mas de qualquer jeito eu entendo esses seus sentimentos ,principalmente ”o lado negro da força”e aparte que um bom personagem naum e aquele perfeito e aquele que sofre (vamos dizer assim)ah!eu tambem acho mais legal os personagens ”machos” (pelo menos nos anime/manga (ja que naum leio ”historias em quadrinhos”naum tenho muito a dizer ).bem de qualquer maneira eu vi o filme e amei a elektra ela e mesmo show mas depois q tu disse que o filme naum tem nada haver com ela (q ela e mais show)fico imaginando como ela deve ser…irada ,claro. bem tenho q parar se naum me entusiasmo e acabo exagerando. bye bye,adeus,orrevuar(naum sei françes mas deve ser e mais ou menos assim(espero))ja ne (ate mais em japones)


  12. Pois é, isso sim que é paixão…


  13. Nando “o verdadeiro babaca”. Come danoninho e toma yakult. Vá ler Kafka, moleque!


  14. Onde estão nossos heróis em quadrinhos? são arquétipos inseridos em nosso inconsciente. Eles são o nosso relacionamento com nossas forças, a realização delas através dos personagens. Adorava brincar de mulher gato e supergirl.
    Hoje eu não sei como é a representação? Não consigo ler mangá.

    Depois que cresci, de tamanho, fui estudar os personagens e amei mais ainda, cada um tinha uma razão de existir naquele momento da história.
    Sobraram nós os fãs.

    Amei o blog.



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