Archive for novembro \30\UTC 2007

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Como fugir do Planeta

30 novembro, 2007

1 – Ligue para a NASA. O número é 00xx1-713-483-3111. Explique que é muito importante que você parta tão cedo quanto possível.

2 – Se eles não cooperarem, ligue para alguém na Casa Branca – 00xx1-202-456-1414 – para ter uma palavra com os caras da NASA em seu favor.

3 – Se não conhecer ninguém na Casa Branca, ligue para o Kremlin – 00xx7-095-295-9051. Eles não devem ter amigos na NASA (ou não vão te contar que têm), mas talvez ainda tenham alguma influência, então não custa tentar.

4 – Se isso também falhar, ligue para o Papa por precaução (dos três, acho que vai ser o contato mais eficaz. Já que ele é um ET) – Seu telefone é 00xx39-6-6982, e eu presumo que seu serviço telefônico seja “impecável.” O antigo número: 00xx39-6-666 foi desligado porque a linha pertencia a outra entidade, digo, pessoa.

5 – Se todas as tentativas falharem, acene para o disco voador mais próximo e explique à tripulação que é de vital importância que você tome seu rumo antes que sua conta telefônica chegue. Diga que você conhece Elvis. Pode ajudar.

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Problemão

26 novembro, 2007

Não resisti e resolvi reportar essa notícia aqui:

A britânica Sarah Carmen, 24 anos, que sofre de uma síndrome rara, tem 200 orgasmos por dia, ou seja, um a cada sete minutos.

Em entrevista ao jornal News of the World, ela contou que qualquer coisa a faz chegar ao clímax, como o barulho do trem, ou o som do secador de cabelo.

Durante a entrevista, de 40 minutos, Sarah afirmou ter tido oito orgasmos. Ela sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que leva ao aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais causando excitação por grandes períodos, mesmo sem que haja estímulo sexual.

“Quando começou, aos 19 anos, meu namorado estranhou a quantidade de orgasmo que eu atingia durante a transa”, contou ela. “Muitas vezes queria ter o número
necessário de orgasmos para acalmar-me. Às vezes, queria ter uma vida normal”.

Sarah contou também que dispensa convites para ir a locais públicos com música alta e muita agitação. Ir à bares ou clubes barulhentos está fora de questão porque as vibrações a deixam doida. “Tenho que encontrar bares quietinhos. E eu tenho mais orgasmos quanto mais eu bebo, porque me relaxa, então eu tenho que beber muito pouco agora.”

A situação mais hilária de orgasmo foi enquanto ela respondia a um questionário de pesquisa de mercado. “Eu tive um orgasmos na frente da pesquisadora. Ela
sabia o que estava acontecendo e me olhou estranho. Eu tentei explicar que não podia ajudar, mas eu estava gemendo tanto que tive que sair andando”.

Sarah está fazendo tratamento e segundo os médicos não há uma explicação científica provada para o problema dela. O mais provável é a infecção da região
pélvica que pode estar estimulando os nervos do clitóris.

Originalmente publicada no Terra.

Só tenho uma coisa a dizer: é isso que eu chamo de super poder.

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Sexta Suave

22 novembro, 2007

Adoro Lamb. A voz dela é estranha, parece modulada, parece voz de boneca. É legal.

As melodias são ótimas, bem arranjadas, sofisticadas e envolventes.

Esse video em especial é bem interessante. Libidinoso. Os movimentos dos músicos e o plano em que foram gravados sugerem ações sexuais, com muito suor, esforço e caretas.

E a letra também é bem legal….

Por uma sexta suave. Please.

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Geometria

14 novembro, 2007

A menor distância
entre dois pontos
está na conjunção
de nossos corpos
que se atraem na razão inversa
da razão e do verso.

Beija meus senos
percorre minha hipotenusa
para te perderes no triângulo
molhado sob minhas bermudas
e descobrir minhas incógnitas
me rasgando com teu cateto.

Encaixa teu cilindro
em meu cone que te precisa
e acha, usa e abusa,
descobre o meu ponto G…

Encontra a quadratura do círculo
na curva de meus quadris.

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Tudo o que é sólido…

12 novembro, 2007

Sabe do que eu tenho dó? Eu tenho dó de gente que não consegue aceitar o final de ciclos na vida. Meu coração realmente se enternece por pessoas assim, que são dignas de minha completa  e total compaixão.

Sinto pena, pois tais indivíduos são escravos de seu próprio passado, obcecados por idéias, sonhos, pessoas, momentos que se foram… situações e etapas da vida que chegaram ao fim.

Não estou fazendo apologia ao total desapego, longe disso. Quem me conhece sabe que sou alguém que não desiste facilmente das coisas. Mas também tenho dignidade e sensibilidade o bastante para entender quando uma etapa se finda. Quando é hora de mudar.

É preciso ter sabedoria e sangue frio para saber a hora certa de jogar a toalha, pendurar as chuteiras, dar um basta. Se insistirmos em permanecer numa certa etapa da vida mais do que o tempo necessário, acabamos perdendo a alegria de viver e  boicotando coisas boas e novidades positivas oriundas de outras fases que precisamos viver.

Tudo se renova, se transforma. O tempo todo. Não é diferente com a vida.

Pessoas vem e vão, se acidentam gravemente, adoecem… pessoas morrem.  Relacionamentos chegam ao fim, casamentos se desfazem, famílias se diluem, se separam. Boas empresas despedem seus funcionários, vão à falência, mudam de setor, de cidade, de país. Amizades se transformam, esfriam, se distanciam, acabam.

É preciso respirar fundo e despedir-se. Saber encerrar ciclos, fechar portas, virar a página. Não importa muito o nome que damos, o que importa é como lidamos com o processo todo. É preciso vencer etapas, superar a perda, seguir em frente.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender certas coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, doar objetos, cortar contatos, dar fim às lembranças materiais.  Desfazer-se do passado  significa também abrir espaço para que coisas novas tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. C’est la vie.

Não espere que lhe devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram sua  genialidade, seu potencial, que entendam e retribuam seu amor. Ame a faça tudo na vida com paixão e tesão, sem esperar nada em troca. Viva e deixe viver.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em prol do “momento ideal”. Muitas vezes o momento ideal é o agora. Ele pode passar a qualquer instante.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou foi bom, mas jamais voltará. E que outros momentos igualmente bons virão.

Lembre-se de que houve uma época em que você podia viver sem aquele objeto, aquela pessoa, aquele emprego…e ora vejam, você até que era feliz! – Nada é insubstituível, um hábito não precisa ser uma necessidade.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem você pode e quer ser. E é sempre possível ser alguém melhor.

Esse texto vai para algumas pessoas que abdicaram de suas vidas por conta do passado.

Espero realmente que elas encontrem o “caminho da luz”…rsrsrs e deixem quem está feliz viver a vida.

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Recado

10 novembro, 2007

“É preciso desenvolver a incrível capacidade de ignorar aqueles que não gostam de você.

Pela minha experiência, aqueles que não gostam de você se dividem em duas categorias:

os estúpidos e os invejosos.

Os estúpidos vão acabar gostando de você em cinco anos ou menos.

Os invejosos, nunca”
Conde de Rochester

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Sexta saudosista

9 novembro, 2007

The The – Dogs of Lust

Porque eu sou malditamente saudosista.

Por uma ótima sexta-feira e um maravilhoso fim-de-semana.