Archive for janeiro \31\UTC 2008

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Preguiça

31 janeiro, 2008

Tem dias que morro de preguiça. Mas não só preguiça física, saca? Preguiça de um monte de coisas.

-Tenho preguiça de explicar as coisas pras pessoas. Se alguma velhinha chega para mim pedindo para ajudá-la a mexer no caixa eletrônico, tenho vontade de simular um desmaio.

-Explicar piadas/ou sacadas então, é o fim. Aí dá vontade de dar uma de louca e sair correndo.

-Tenho preguiça de ficar contando minha vida para quem não me conhece. A história é LONGA, COMPLICADA e cheia de revezes, como são as boas histórias de vidas interessantes. Então, a coitada da pessoa pega frases soltas, casos que parecem não fazer sentido entre uma conversa e outra e fica achando que sou esquizofrênica. E tudo bem, ué. Fuck Off!

– Tenho preguiça de ter que me explicar.

-Tenho preguiça de ter que me justificar. Ou justificar pensamentos, gostos e opiniões.

– Tenho preguiça de (ou quando sou movida a) demonstrar cultura. Seja ela inútil ou não. Referências em geral. Ter que deixar claro que conheço livros, filmes, obras de arte, música, grandes filósofos e o caralho a quatro. Preguiça, preguiça, preguiça, preguiiiiiçaaaaaaa…ai, que saco!

-Tenho preguiça de ter que ser cool, moderna, descolada, cheia de contatos e o escambau. Finjo que não é comigo e que cheguei de Pindamonhangaba ontem.

-Tenho preguiça de escrever no blog

-Tenho preguiça de escrever matérias

-Tenho preguiça de pensar

-Tenho preguiça de decidir qualquer coisa que seja, desde a roupa que vou usar naquele dia até se vou comprar um carro ou não…

-Tenho pregu…

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Tragédia

30 janeiro, 2008

O cantor Morrissey (ex-Smiths) foi forçado a abandonar um show na noite de sexta-feira passada (25/01) em Londres, depois da terceira canção depois de aparentemente perder sua voz.

Quinze minutos mais tarde, foi anunciado que o show não iria continuar.

Os comediantes Russel Brand, David Walliams e o apresentador de TV Jonathan Ross subiram ao palco para tentarem apaziguar a audiência, mas alguns membros do público jogaram objetos no trio quando eles informaram que o show estava cancelado.

(Uol)

Eis aqui uma tragédia. Eu, que não estava lá fiquei chocadésima! Se estivesse teria tido uma crise e chorado até meus olhos secarem.

Eu sei, vocês não entendem…

Devem estar pensando: “porra, e daí”? – Mas eu digo: Morrissey é um dos meus ícones intocáveis. E olha que tenho poucos.

Apesar de ter começado no jornalismo escrevendo sobre música, conhecer uma infinidade de bandas e este ser, de longe, um de meus assuntos prediletos, The Smiths AINDA é, minha banda favorita…seguida de muitas outras, é verdade. Mas ainda é.

Tive o privilégio de ver Morrissey ao vivo e apesar de sua fama já alardear o fato, pude constatar que sua voz era pura e cristalina, límpida, clara. Fiquei admirada, estupefacta. Ele parecia um pássaro, um anjo, sei lá o quê. Gogó de ouro total. E olha que eu estava na fila do gargarejo e ele NÃO ESTAVA DUBLANDO, conforme me empenhei em tentar descobrir.

Não que ele não possa falhar, afe, longe disso. Mas é um choque. É a prova cabal de que “meus heróis morreram de overdose”, como diria Cazuza…e estou ficando terrivelmente velha e decrepta.

Putamerda.

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Coisas que escondemos

27 janeiro, 2008

Outro dia estava vendo um debate no GNT que me incitou a essa pergunta. O que nós, mulheres, escondemos dos homens? Não estou falando de coisas simples, prosaicas ou óbvias como uma traição, celulite ou nossa idade, por exemplo, mas daquelas que guardamos dentro de nós e que, por algum tipo de insegurança, medo de sermos mal-interpretadas ou não-aceitas, acabamos escondendo. Vou arriscar algumas aqui, endossem ou retruquem:

Força – Eu acho que um de nossos segredos mais bem guardados dos homens e talvez o principal deles, seja nossa força. Não a física, obviamente, mas a emocional. Por vivermos numa cultura tipicamente machista que não sei porque diabos se esbalda em demonstrar força e poder, ficamos meio que acabrunhadas em demonstrar nossa força com medo de que eles não nos entendam e muitas vezes nos fazemos de fracas para não “anularmos” o senso de proteção deles. Acho isso curioso.

Fraquezas – Em contraponto à força, vem o fato de escondermos nossas fraquezas. Parece estranho, mas é verdade. Somos fortes, mas tudo tem limite. Essa tal de “mulher moderna e independente” que inventaram aí parece que não tem o direito de demonstrar qualquer fragilidade, a mínima que seja. É desmedido, concordo, mas é o preço que pagamos pela tal “igualdade” entre sexos, pelo qual sempre lutamos (ou lutaram, porque eu não acho que somos iguais…enfim, já escrevi sobre isso aqui).

O engraçado é que parece que fazemos questão de esquecer que qualquer ser humano, independente do sexo, tem fraquezas! Às vezes nos incomodamos em coisas pequenas e temos medo de, justamente pelo fato delas serem pequenas, sermos taxadas de medíocres e fracas. Ciúmes, medo, inseguranças, nóias, traumas e outros fantasminhas que nos atacam vez ou outra (não sempre) e que precisam ser confessados. E quando o são, são um alívio. Um abraço e um olhar compreensivo curam tudo e você fica bem. Ao menos até o próximo surto. O cara não entendeu? Porra, então ele tem mais problemas que você. Larga desse traste.

Inteligência – (e isso engloba: competência, e demais inúmeras capacidades) Ah, eis um quesito polêmico. Eu nunca tive que passar por isso, porque sempre caguei e andei para caras do tipo,(sempre os assustei, na verdade) mas sei de amigas que precisaram “se fazer de burras” para conseguir com que algum idiota inseguro (mas bonitinho) que ficava intimidado com o nível de cultura delas ou pela posição social, ou até profissional, se aproximasse.

Esse assunto também é antigo. Não preciso dizer que, ao longo da História, a mulher muitas vezes teve que se fazer de morta para comer o cu do coveiro. Ou preciso? Mulheres inteligentes sempre foram uma ameaça para governos, sociedades, estruturas familiares, negócios e comunidades em geral. Primeiro, porque somos altamente manipuladoras, o que não deixa de ser um traço de inteligência. Segundo, porque nossa moeda de barganha (as feministas mal-comidas que me perdoem) sempre foi o sexo. E difícil o homem que não se rende a ele. Com ele, a maioria das mulheres sempre conseguiu o que quis, de um modo relativamente rápido e..não tão difícil.

Homens que precisam estar sempre por cima, (oops) sentir-se superiores e que não conseguem lidar com o fato de que existem mulheres tão ou muito mais cultas, inteligentes e bem sucedidas que eles são uma BOSTA COMPLETA. E o pior é que para não ficar sozinha, tem muita mulher fazendo esse joguinho da “Maria-sem-braço”. Eu digo que não há nada mais FEIO numa mulher do que o desespero. Ah, não tem. Nem bota branca, nem raiz do cabelo aparecendo. Nada bate o desespero.

Desejo – Outro fruto da sociedade imatura, hipócrita e machista em que vivemos. A mulher “correta”, “de família”, “decente”. tem que ser praticamente uma “santa”. Sei que parece exagero e discurso do século passado, mas não é. Ainda hoje, para a grande maioria, é assim que funciona. A mulher tem que se vestir de modo recatado, não ceder aos avanços dos homens, não demonstrar quando sente desejo, fantasia ou tara sexual e, na cama, só fazer o básico. Essa sim, é a “pra casar”. Por outro lado, enquanto elas se preocupam com o que eles vão pensar, eles procuram as “putas”, as “avançadinhas” e as “faladas” para se divertir. Irônico, não? Ou trágico, sei lá.

Bem, não tenho nem o que falar sobre isso. Certos homens simplesmente não conseguem lidar com a liberdade e o domínio que a mulher tem sobre seu próprio corpo e sexualidade. Estranham o fato de gostarmos de sexo e logo vão nos olhando com aquela cara de “hmmm, safada!” – simplesmente porque falamos sobre o assunto com a mesma naturalidade com que falamos sobre gastronomia ou literatura, por exemplo.

Algumas mulheres tem fantasias sexuais incríveis (aliás, as fantasias sexuais femininas são, de longe, mil vezes mais sujas e excitantes que as masculinas) e se reprimem por medo de serem taxadas de vagabundas pelos maridos e namorados. É realmente triste. E por conta disso e de outras coisas é que o Brasil figura o ranking (preciso confirmar a posição, não é pequena não, mas só pelo fato de estar no ranking é podre) de países onde habitam as mulheres mais insatisfeitas sexualmente no mundo.

Alguns homens não conseguem lidar com o fato de que a mulher é dona do próprio corpo, e pode transar com quem ela quiser, na hora que quiser, do jeito que quiser, quantas vezes quiser e aonde ela quiser. Ela não precisa pedir permissão, nem pagar promessa, nem levar mil chibatadas, nem rezar dez milhões de Ave-Marias. Ela é LIVRE para sentir prazer. Como os homens são.

O mais triste é que nem as próprias mulheres tem consciência disso. São raras e incrivelmente felizes as que tem.

Pode reparar. A gente reconhece quando uma outra mulher transpira sensualidade. Não estou falando de vulgaridade e sim do real e verdadeiro sex appeal. O modo de andar, de sorrir, de olhar, os gestos, as caras e bocas, os cheiros que ela exala, as roupas que ela usa, o cuidado com a aparência. Sua simples presença é magnética. É bonito de se ver uma fêmea que tem consciência das armas que possui e as usa com maestria, na dose certa, na hora certa, com as pessoas certas.

Mas as recalcadas vão logo taxá-la de prostituta, maldita, ladra de homens e outros adjetivos que denotam a mais pura e vil INVEJA e INCOMPETÊNCIA da parte delas.

Não conseguem admitir que a outra conseguiu chegar em um patamar que elas sempre almejaram, mas que, por medo (ou de si mesmas ou dos homens e da sociedade) não se permitiram.

Esse assunto é vasto e rende muito. Mas acho o fato da maioria das mulheres esconder o “furacão” que carrega dentro de si, um crime contra elas mesmas.

Perceberam como a gente se auto-sabota? É incrível!

E então, o que mais vocês acham que escondemos dos homens? Opinem! Confessem! Salve-se quem puder! E quiser.

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Séquiço na História

25 janeiro, 2008

A História Mundial foi pontuada pelo sexo. Reis e rainhas, comandantes e conquistadores, escritores, dramaturgos, músicos e todo o tipo de artista… todos eles, em algum momento, por puro interesse político ou por pura putaria, se renderam aos prazeres da carne e deixaram seu rastro (urgh) na história da humanidade Eis alguns relatos interessantes sobre alguns personagens de nossa história…

  • Comecemos pela sempre enigmática Cleópatra, que, dizem os arqueólogos, era feia, nariguda e tinha cabelo ruim. Cléo começou sua vida sexual como as menininhas de hoje em dia: aos 12 anos de idade, e pior, com seu irmão, Ptolomeu. Pegou tal gosto pela coisa que nunca mais parou, criou fama e deitou na cama. Em várias, aliás. Diz a lenda que a rainha aprimorou seus dotes num bordel de Alexandria e que era capaz de receber 100 homens em uma única noite….e nenhum se decepcionava. Eis uma b*** abençoada pelos deuses, digam lá…
  • Mas isso é pouco perto de outro tarado, o Rei Salomão, que durante seus 40 anos de reinado teve cerca de 700 esposas e mais de 300 concubinas. Dizem que ele podia passar dois anos de sua vida sem dormir com a mesma mulher. As “minas” do Rei Salomão, no entanto, brigavam entre si para ver quem o monarca iria escolher para passar a noite com ele. Saia até morte! Vale dizer também que, apesar de tanto desfrute, Salomão ainda teve tempo de escrever 2 livros da Bíblia (Eclesiastes e Cântico dos Cânticos), reconstruir Israel, construir um dos maiores e mais belos templos da antiguidade, ser considerado um dos homens mais sábios que já existiu e ainda por cima ser humilde e concluir que era “tudo, tudo vaidade.” – Eita cabra bom!!!!
  • Já na contramão da coisa toda, a Rainha Victoria (tataravó da rainha Elisabeth II da Inglaterra) foi uma rainha orgulhosa e frígida e por isso, uma terrível repressora sexual. Pra vocês terem uma idéia, a véia não fazia a menor idéia de que lesbianismo existia até que lhe apresentaram uma lei anti-homossexualismo para aprovar. Como não sabia o que era lesbianismo e nem queria descer do salto e perguntar para seus súditos do que se tratava, tirou toda e qualquer referência ao lesbianismo da tal lei. Por causa da ignorância sexual da rainha e de seu orgulho, o homossexualismo se tornou ilegal em todo o Reino Unido, enquanto o lesbianismo é perfeitamente legal.
  • Espancamento e outros fetiches sado-masoquistas eram o máximo do prazer para o filósofo e romancista francês Jean-Jacques Rousseau, iniciado no masoquismo aos 11 anos por conta de uma professora primária que o espancava cada vez que ele soletrava uma palavra de modo errado.
  • Outro que adorava um sofrimentozinho: Fiódor Dostoiévski, que se realizou vivendo uma vida tuberculosa e casando-se com uma russa feia, frígida e sado-masoquista.
  • Fotografar bundas alheias era com nosso amiguinho Adolf Hitler, que mantinha em secreto uma coleção de fotos delas. Inclusive algumas reais, conservadas em formol, dizem. Ele ainda adorava botas, chicotes, livros (livros???) e filmes pornográficos, em especial os judaicos (rá!). Consta que, apesar de ter se casado, morreu virgem. Isso praticamente explica toda a II Guerra Mundial e o Holocausto.
  • Charles Chaplin era chegado em ninfetas. E conseguia todas elas. Pior, com aquela cara de bobo, adorava mesmo era uma suruba das boas. Agora sim, tá explicado o modo engraçado com o qual ele andava.
  • Napoleão Bonaparte gostava de sexo animal: rápido, furioso e barulhento. Dizem também que, para não quebrar uma célebre tradição francesa, gostava de mulheres fedidas, vide os famosos bilhetes que mandava para sua amante, Desirèe onde ordenava: “Chego hoje. Não tome banho” – URGH! A festa do baixinho porém, acabou cedo. Aos 40 anos, uma disfunção das glândulas endócrinas acabou por reduzir seu pênis a pouco mais de 2 cm. Eis o porque ele optou por ficar de quatro e acabou perdendo a guerra.

  • Aprendam com o mestre! O grande conquistador Casanova usava metade da casca de um limão como anticoncepcional: além de funcionar como barreira, fornecia a acidez necessária para matar os espermatozóides. Mas tem que ser um limão rosa, vá…se for um siciliano….fudeu!
  • O grande e majestoso imperador Júlio César (aquele mesmo que Cleópatra traçou) era chamado de “o marido de todas as mulheres e a esposa de todos os homens”. Era pura política, baby!
  • Hipócrates, aquele mesmo, o pai da medicina, não era lá muito chegado em sexo. Ele chegou a descrever o orgasmo como uma ” pequena epilepsia”…bem que ele poderia ter sido um pouco mais romântico, como os franceses, por exemplo,que o chamam de “pequena morte”.
  • George Bernard Shaw foi seduzido aos 29 anos por uma viúva rica e véia (seduzido?..hmm..sei) Ele odiou tanto a experiência que ficou traumatizado, tornando-se celibatário, tendo repulsa ao sexo e nunca, jameis, em hipótese alguma, escrevendo sobre.
  • Nerds will be nerds – Dizem que Isaac Newton e Emmanuel Kant nunca transaram. Nem entre eles, nem com mais ninguém…o que explica todo o tempo que tiveram para escrever aquela pataquada toda como lei da gravidade e tratados da putaqueopariu.
  • Goethe tinha ejaculação precoce. Não me perguntem como é que descobriram isso.
  • A mulher de James Joyce, Nora Bernade, dizia em alto e bom som que o marido não entendia lhufas de mulheres. Dizem ainda que Joyce gostava de Wando e que mantinha calcinhas no bolso do paletó, para cheirá-las de vez em quando. Calcinhas sujas.

E para fechar com chave de pêlos, digo, de ouro:

  • Vocês sabia que existiam perucas púbicas? Pois é, no alto do século 17, as mulheres que achavam que a perseguida precisava de um pouco mais de…volume, criaram as ditas que acabaram se chamando bowser. Havia de várias cores, com fitinhas e lacinhos. Coisa de inglês. E olha que inglês nem gosta de sexo!

* (Pesquisa feita através de fontes diversas, desde números antigos da Revista Nova até alguns sites de curiosidades da Internet)

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A Piada Mortal

23 janeiro, 2008

O Coringa está morto.

O ator Heath Ledger, de 28 anos, que acabou de interpretar um dos coringas MAIS FODAS do cinema foi encontrado morto em seu apartamento em NY rodeado de pílulas, ontem, terça-feira, dia 22 de janeiro de 2008.

Foi um choque pra mim. Heath estava começando a ascender em sua carreira com o sucesso de Brokeback Mountain e agora com Batman – O Cavaleiro das Trevas, um filme que com certeza vai deixar muita gente estupefacta com a leitura que o ator fez de um dos vilões mais sombrios e interessantes do universo dos quadrinhos.

Os motivos podem ser inúmeros, quem somos nós para julgar?

Não sei o que pensar. Só estou triste porque ele era jovem e muito talentoso. É isso.

Encontrei um site de coringamaníacos, que já segue a pintura característica que Heath adotou para compor o personagem. Para participar, você só precisa se pintar como o Joker e tirar uma foto num ponto turístico de sua cidade e mandar pro site.

www.whysoserious.com

Sad. Essa foi a piada mais cruel do Coringa, Batman.

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Love Cats

22 janeiro, 2008

O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.

Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.

É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ronron
para mostrar gratidão.

No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.

Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença – é carinho.

Ferreira Gullar

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Tempos Sombrios

20 janeiro, 2008

Realmente, vivemos tempos sombrios!

A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas denota insensibilidade.

Aquele que ri ainda não recebeu a terrível notícia que está para chegar.

Que tempos são estes, em que é quase um delito falar de coisas inocentes, pois implica em silenciar sobre tantos horrores?

Bertolt Brecht