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Coisas que escondemos

27 janeiro, 2008

Outro dia estava vendo um debate no GNT que me incitou a essa pergunta. O que nós, mulheres, escondemos dos homens? Não estou falando de coisas simples, prosaicas ou óbvias como uma traição, celulite ou nossa idade, por exemplo, mas daquelas que guardamos dentro de nós e que, por algum tipo de insegurança, medo de sermos mal-interpretadas ou não-aceitas, acabamos escondendo. Vou arriscar algumas aqui, endossem ou retruquem:

Força – Eu acho que um de nossos segredos mais bem guardados dos homens e talvez o principal deles, seja nossa força. Não a física, obviamente, mas a emocional. Por vivermos numa cultura tipicamente machista que não sei porque diabos se esbalda em demonstrar força e poder, ficamos meio que acabrunhadas em demonstrar nossa força com medo de que eles não nos entendam e muitas vezes nos fazemos de fracas para não “anularmos” o senso de proteção deles. Acho isso curioso.

Fraquezas – Em contraponto à força, vem o fato de escondermos nossas fraquezas. Parece estranho, mas é verdade. Somos fortes, mas tudo tem limite. Essa tal de “mulher moderna e independente” que inventaram aí parece que não tem o direito de demonstrar qualquer fragilidade, a mínima que seja. É desmedido, concordo, mas é o preço que pagamos pela tal “igualdade” entre sexos, pelo qual sempre lutamos (ou lutaram, porque eu não acho que somos iguais…enfim, já escrevi sobre isso aqui).

O engraçado é que parece que fazemos questão de esquecer que qualquer ser humano, independente do sexo, tem fraquezas! Às vezes nos incomodamos em coisas pequenas e temos medo de, justamente pelo fato delas serem pequenas, sermos taxadas de medíocres e fracas. Ciúmes, medo, inseguranças, nóias, traumas e outros fantasminhas que nos atacam vez ou outra (não sempre) e que precisam ser confessados. E quando o são, são um alívio. Um abraço e um olhar compreensivo curam tudo e você fica bem. Ao menos até o próximo surto. O cara não entendeu? Porra, então ele tem mais problemas que você. Larga desse traste.

Inteligência – (e isso engloba: competência, e demais inúmeras capacidades) Ah, eis um quesito polêmico. Eu nunca tive que passar por isso, porque sempre caguei e andei para caras do tipo,(sempre os assustei, na verdade) mas sei de amigas que precisaram “se fazer de burras” para conseguir com que algum idiota inseguro (mas bonitinho) que ficava intimidado com o nível de cultura delas ou pela posição social, ou até profissional, se aproximasse.

Esse assunto também é antigo. Não preciso dizer que, ao longo da História, a mulher muitas vezes teve que se fazer de morta para comer o cu do coveiro. Ou preciso? Mulheres inteligentes sempre foram uma ameaça para governos, sociedades, estruturas familiares, negócios e comunidades em geral. Primeiro, porque somos altamente manipuladoras, o que não deixa de ser um traço de inteligência. Segundo, porque nossa moeda de barganha (as feministas mal-comidas que me perdoem) sempre foi o sexo. E difícil o homem que não se rende a ele. Com ele, a maioria das mulheres sempre conseguiu o que quis, de um modo relativamente rápido e..não tão difícil.

Homens que precisam estar sempre por cima, (oops) sentir-se superiores e que não conseguem lidar com o fato de que existem mulheres tão ou muito mais cultas, inteligentes e bem sucedidas que eles são uma BOSTA COMPLETA. E o pior é que para não ficar sozinha, tem muita mulher fazendo esse joguinho da “Maria-sem-braço”. Eu digo que não há nada mais FEIO numa mulher do que o desespero. Ah, não tem. Nem bota branca, nem raiz do cabelo aparecendo. Nada bate o desespero.

Desejo – Outro fruto da sociedade imatura, hipócrita e machista em que vivemos. A mulher “correta”, “de família”, “decente”. tem que ser praticamente uma “santa”. Sei que parece exagero e discurso do século passado, mas não é. Ainda hoje, para a grande maioria, é assim que funciona. A mulher tem que se vestir de modo recatado, não ceder aos avanços dos homens, não demonstrar quando sente desejo, fantasia ou tara sexual e, na cama, só fazer o básico. Essa sim, é a “pra casar”. Por outro lado, enquanto elas se preocupam com o que eles vão pensar, eles procuram as “putas”, as “avançadinhas” e as “faladas” para se divertir. Irônico, não? Ou trágico, sei lá.

Bem, não tenho nem o que falar sobre isso. Certos homens simplesmente não conseguem lidar com a liberdade e o domínio que a mulher tem sobre seu próprio corpo e sexualidade. Estranham o fato de gostarmos de sexo e logo vão nos olhando com aquela cara de “hmmm, safada!” – simplesmente porque falamos sobre o assunto com a mesma naturalidade com que falamos sobre gastronomia ou literatura, por exemplo.

Algumas mulheres tem fantasias sexuais incríveis (aliás, as fantasias sexuais femininas são, de longe, mil vezes mais sujas e excitantes que as masculinas) e se reprimem por medo de serem taxadas de vagabundas pelos maridos e namorados. É realmente triste. E por conta disso e de outras coisas é que o Brasil figura o ranking (preciso confirmar a posição, não é pequena não, mas só pelo fato de estar no ranking é podre) de países onde habitam as mulheres mais insatisfeitas sexualmente no mundo.

Alguns homens não conseguem lidar com o fato de que a mulher é dona do próprio corpo, e pode transar com quem ela quiser, na hora que quiser, do jeito que quiser, quantas vezes quiser e aonde ela quiser. Ela não precisa pedir permissão, nem pagar promessa, nem levar mil chibatadas, nem rezar dez milhões de Ave-Marias. Ela é LIVRE para sentir prazer. Como os homens são.

O mais triste é que nem as próprias mulheres tem consciência disso. São raras e incrivelmente felizes as que tem.

Pode reparar. A gente reconhece quando uma outra mulher transpira sensualidade. Não estou falando de vulgaridade e sim do real e verdadeiro sex appeal. O modo de andar, de sorrir, de olhar, os gestos, as caras e bocas, os cheiros que ela exala, as roupas que ela usa, o cuidado com a aparência. Sua simples presença é magnética. É bonito de se ver uma fêmea que tem consciência das armas que possui e as usa com maestria, na dose certa, na hora certa, com as pessoas certas.

Mas as recalcadas vão logo taxá-la de prostituta, maldita, ladra de homens e outros adjetivos que denotam a mais pura e vil INVEJA e INCOMPETÊNCIA da parte delas.

Não conseguem admitir que a outra conseguiu chegar em um patamar que elas sempre almejaram, mas que, por medo (ou de si mesmas ou dos homens e da sociedade) não se permitiram.

Esse assunto é vasto e rende muito. Mas acho o fato da maioria das mulheres esconder o “furacão” que carrega dentro de si, um crime contra elas mesmas.

Perceberam como a gente se auto-sabota? É incrível!

E então, o que mais vocês acham que escondemos dos homens? Opinem! Confessem! Salve-se quem puder! E quiser.

25 comentários

  1. Oi Gabi,

    Em geral o desejo de esconder alguma coisa de alguém pode ser por dois motivos:

    1- insegurança – nesse caso a reação do outro poderá gerar um estado de animo que quem está escondendo não imagina que possa controlar o outro lado depois. É aquela briga que pode acabar mal e a pessoa então prefere esconder do que brigar (se o fato for gerar briga ou desconforto). Exemplo: uma mulher não contar para um homem que acabou de conhecer que ela tem uma doença problemática que a impede de gostar de sexo.

    2- poupar um sofrimento – nesse caso o segredo se contado poderia gerar um desconforto ou uma dor muito grande na outra parte. Exemplo: depois de se certificar que gosta muito de um homem, a mulher continuar omitindo que já teve n namorados, ficantes, pegantes, etc, enfim uma vasta experiencia sexual.

    Eu sou favorável a que não haja nenhum segredo entre as partes. Esses segredos quando revelados depois (em geral em horas incovenientes) podem causar danos permanentes pois pode dar a impressão de pessoa mentirosa, ardilosa, falsa, etc…

    Quanto mais cedo os segredos forem contados, melhor. Se a relação ficar abalada por causa da revelação desses segredos, é porque ela não valia a pena mesmo, e acabaria por outra razão qqr.

    Bjs e adorei seu blog…


  2. Hum, oh, olha eu escondo algumas coisas sim. AS vezes, falo numa hora assim, só para assustar mesmo, rá.
    E depois acabo revelando, assim, comos se fosse sem querer, só para ele perceber que eu não sou tão transparente assim…um pouco de mistério é essencial para dar tempero á vida.


  3. Óquei. Concordo com tudo, aproveito para protestar contra a condição medíocre onde a fulana, que por medo, ou sei lá o que for, esconde sua personalidade para agradar alheios. Tô quase careca de ver amiguinhas que não gostam de futebol nem de chopp em buteco, e um belo dia, como um passe de mágica, passam frequentar arduamente o Maracanã e beber chopp em qq pé-sujo da hora, por causa do fudeco-candidato..faça-me o favor, ne?
    Beijos
    Many (cheia de irk)


  4. Me diverti aki, passei quase uma hora te lendo, olhndo os arquivos, fiz download dos quadrinhos…Delicinha este blog, tá nos favoritos!
    Carinho,
    nandaevc


  5. Um puta texto!
    Corajoso e cristalino.


  6. Excelente post.
    Particularmente entendo que tudo nesta vida é opção. Se a mulher esconde suas forças ou fragilidades é porque optou por esconder, porque queria algo em troca.
    A opção pode ser feita de forma muito consciente ou inconsciente. E como qualquer coisa nesta vida, opções são feitas sopesando-se os ônus e os bônus.
    Optar por mostrar que você é furacão, implica ser um furacão. Quem é que banca este furacão?
    Noutro lado, optar por viver um casamento de fachada tem outras implicâncias. Mulheres suportaram casamentos falidos e que viveram a vida assim, como se usava viver nos meados do século passado, são fracas? Acho que não. Tampouco aquelas que romperam com os usos e costumes da época, optando pela separação.
    Esconder qualidades ou defeitos também é uma questão de insegurança.
    Inseguros todos nós somos, basta um pouquinho (ou muito, sei lá) de terapia para que possamos indentificar o que fazemos das nossas inseguranças. Tem gente que trata, tem gente que aprende a viver com e tem gente que esconde tão bem escondida que consegue acreditar que não é inseguro em nada nesta vida.
    São essas as minhas considerações.


  7. Fantástico…
    Adorei…
    Vc conseguiu colocar aqui as principais coisas q as mulheres escondem, seja por medo ou na tentativa de fazer a relação dar certo, vai entender né…
    Mas o mais impressionante é a mudança de personalidade no relacionamento, deixar de fazer o q gosta para agradar, e o fim da picada é fazer o q não gosta e ainda não ter reconhecimento por isso…
    Beijos


  8. Lindo texto, assim como o blog, mas recheado de tensão e rancor. Tu parece ser um bocado radical..

    Sabe o que minha namorada esconde de mim? O controle..


  9. Amei o texto!!!
    Nunca tive vergonha ou medo de usar as ‘armas’ que tenho. Até hoje, não descobri nada que não se consiga com um belo sorriso e uma voz suave. E eu não escondo o furacão, não! Tenho é muito orgulho dele.

    Bjs.


  10. Oi Mau.

    De tensão sim, de rancor, nunca. Talvez revolta, mas rancor não. Radical eu? Hmm…num mundo tão relativista, acho que sou até coerente. O que você chama de “radicalismo” eu chamo de INTENSIDADE.

    Mas, quem sou eu para falar sobre mim mesma, não é mesmo?

    Bem, eu não escondo o controle. Até pq não o tenho hahahahaha…


  11. Ella

    Claro que tudo nessa vida são opções. E óbvio que se a mulher opta por esconder alguma coisa é porque quer algo em troca, deixei isso claro no texto: quer segurança, quer ser aceita, amada.

    Não como realmente é, mas como o outro queria que ela fosse, ou ao menos como ela PENSA que ele queria que ela fosse…

    A-DO-REI suas considerações. Mas em momento algum eu disse que não éramos todos inseguros, mas sim como lidamos com essa insegurança, vide o que escrevi: “O engraçado é que parece que fazemos questão de esquecer que qualquer ser humano, independente do sexo, tem fraquezas!”

    E na minha opinião mulheres que vivem casamentos, relações, profissões ou qq outras coisas que estejam falidas são fracas sim.

    É preciso saber por um ponto final no que te incomoda (e vc pode mudar) e mudar, de fato.

    Quer dizer que elas são fortes para aguentar um relacionamento desgastado mas não para mudar? É um paradoxo, concorda?

    E não acho que seja opção você aceitar quem você É. Pra mim é tão natural quanto olhar no espelho e constatar que tenho dois olhos…

    Não estou dizendo que temos que tomar só essa ou outra atitude, mas não faz sentido você tomar tais atitudes se vão contra sua natureza. Se você não é um furacão, realmente você NÃO VAI aguentar bancar ser um furacão.

    Mas se você o é, e reprime, isso sim é uma violência.

    Qualquer atitude, posição e filosofia de vida que não respeite sua individualidade é encarado por mim como sendo uma violência.

    Até aquele tailleur que preciso vestir para uma reunião formal de trabalho.

    É violência em escala menor, mas pra mim, ainda é uma.

    Já falei sobre isso num texto aqui..sobre ter a força para virar a página e continuar.

    Enfim, é isso. Estou falando das amarras da mulher. Mas acho que é por atitudes como essa, de não ligar, de achar que está tudo bem, que a “vida é assim mesmo” por ser conformista é que a gente se frustra.

    Beijos e obrigada pela visita.


  12. Passeou muito bem pelas hipocrisias impostas.


  13. a sociedade está recheada de tabus
    ótimo texto.


  14. […] que escondemos”* (p/ os homens) *título dum post que eu lí no blog Fogo Nas Entranhas e simplesmente adorei […]


  15. A-D-O-R-E-I………..
    Tem muita gente precisando ler tudo isso !!
    Acordar pra tudo isso !!


  16. enquanto a maioria das questões que você propõe vão sendo pouco a pouco ponderadas pela sociedade, a do desejo permanece um perfeito tabu. Até os homens mais moderninhos fazem a distinção entre a mocinha e a safada. Triste, e ótimo que você tenha levantado a bola.


  17. Bom texto.

    O que falta hoje é homem fazer papel de homem, e não de machista. Se assim fosse, se os homens dessem atenção e considerassem com zelo as necessidades das mulheres, elas não teriam de viver presas, escondendo o seu verdadeiro eu. Acredito que proporcionar essa abertura com a parceira faz com que ela se sinta com liberdade. Liberdade é como química em um relacionamento.

    Você pode não concordar, mas minha namorada já não consegue viver longe de mim. Nem eu dela. Sinto necessidade de cuidar dela. Nada de amarrar um ao outro no pé da mesa, e sim de carinho.

    Grande abraço


  18. Gabs,
    Obrigada pelo retorno. Sabe que isso rende discussão… rs
    E acho ótimo! Tenho refletido muito sobre relacionamentos, especialmente porque terminei um de 13 anos, que todo mundo (família e amigos) julgava ser perfeito.
    Não há arrependimento, mas com este fato, sem querer, acabei descobrindo muito sobre o relacionamento de outras mulheres com idades diferentes.
    Bem, os conceitos de falência, de fraqueza e de fracasso face aos problemas da vida de uma mulher “moderna” é MUUUUUUUUUUITO diferente dos conceitos de uma mulher de 60 e, mais ainda, de uma mulher de 90.
    A diferença entre mim e minha avó é secular, em quase todos os sentidos.
    Sempre achei um absurdo algumas tias aguentarem os “losers” dos maridos. Penso: eu não aguentaria! E vem a pergunta: E por que elas aguentam?
    Fico pensando que uma das minhas maiores fraquezas é não ter tolerância, nem paciência. O que algumas mulheres tem de sobra. Você leu “O amor nos tempos do cólera”? E a Fermina Daza! rs
    Dá para bancar um furacão e é da natureza mesmo. Mas e o poder destrutivo? Vem no pacote…
    Enfim, só trouxe mais algumas reflexões.
    Beijos.


  19. Oi Ella! Adoro discussões inteligentes! Vamos lá:

    Sim, creio que a noção de “falência” deva variar muito de mulher para mulher e principalmente de idade para idade, pois essa noção é baseada em valores e valores mudam de época para época, certo?

    Estou no meu segundo casamento e te digo: tolerância é um dos grandes segredos dos relacionamentos.

    No meu primeiro, reconheço de pronto minha imaturidade e minha falta de tolerância. Afundou feito o Titanic. Trágica e grandiosamente.

    Mas calma, todos temos limites. Os de alguns são mais elásticos, os de outros são totalmente inflexíveis e os de outros mais equilibrados.

    Cada um é um e cada um sabe onde o calo aperta, não dá pra comparar.

    Agora, se você acha que muitos dos problemas que teve foram fruto da falta de paciência e tolerância, eu sou a primeira a te apoiar nessa busca.

    A gente sempre tem que melhorar, certo?

    Não queira usar a Fermina Daza como heroína da tolerância…aquilo é pura poesia e romantismo…como bem sabe fazer García Márquez!

    Na vida real, o buraco é mais embaixo, mais fundo e mais escuro.

    Mas há luz no fim do túnel…hehe

    Beijos!!!


  20. Ficou um texto maravilhoso. Realmente, na prática, homens e mulheres são travados, em maior e menor nível, mas faz parte de nossa herança judaico-cristã. Aliás, vc sabe bem o que eu acho dessa herança…

    Fazer um resumo de tudo isso em um assunto tão complexo parece simplista, mas prefiro pensar assim: cada um assume apostura que pode para ser feliz.

    A liberdade de pensar e amar tem um preço cobrado pela diariamante pela sociedade hipócrita. Cada um paga o preço dessa liberdade se quiser e puder. E todo mundo precisa lembrar que a vida é uma só.

    E espero que você ensine tudo isso para sua filha.

    beijo.


  21. Valeu! Bom saber que há esperança para o meu caso… rs
    Parabéns pelo blog!
    Beijos


  22. Engraçado… Vi esse assunto no Saia Justa, da GNT na semana passada, e junto com elas pensei: escondo poucos segredos, mas escondo!

    Escondo tbm alguns (muitos) sonhos “pseudo-retrógados” de casar, ter filho e blá blá blá…


  23. incrivelmente esclarecedor…
    admiro as mulheres e sei que o potencial intelectual e sexualmente falando, coloca qualquer homen no chinelo.

    esse mundo novo exige uma sensibilidade incrivelmente apurada, e que me desculpem, mas mesmo com anos de estudo, talves algum de nós chegue apenas aos pés da sensibilidade, intelectualidade e sexualidade feminina.

    só o fato da mulher ser mulher, ja impressiona, o andar, o sorriso, o jeito de arrumar o cabelo quando bate uma brisa, o olhar sensual que elas lançam ao flertar e a forma com que tomam rédias de qualquer situação, dão as cartas e não apenas as lêem.

    se ja causam escondendo esses segredos, imagina o que seria se realmente usassem o seu potencial?
    fantástico


  24. Gostei do texto,e dos comentarios. Penso q todo ser deve procurar evoluir tanto no intelecto com no sentimento, e criando assim uma nova conduta, não com hipocresia e nem com amarras pois so com a liberdade de sentimentos e q seremos nos mesmos e poderemos viver intensamente uma relação,


  25. excelente texto….quem dera todas as mulheres tivessem acesso à ele.



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