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Jus esperneandi

11 abril, 2008

Era uma vez dois ratinhos que se aventuravam numa despensa qualquer a procura da refeição noturna, quando cada um deles caiu em vasilhas cheias de leite.

O primeiro ratinho, que não sabia nadar, resignou-se a seu cruel destino, despediu-se da vida e morreu afogado.

O segundo ratinho, que também não sabia nadar, não se entregou sem lutar: passou a noite inteira esperneando, tentando escapar, e, de manhã, estava salvo, sobre um monte de queijo fresco que o frenético movimento de suas patinhas havia produzido.

Foi salvo pelo jus esperneandi, o direito de espernear.

Que eu defendo e defenderei até meu último suspiro.

Bom finde.

One comment

  1. nossa..que historinha digamos…filosofica.
    heh

    saudades chuchu.



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