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Bitter End

28 julho, 2008

Para Carla

Já que estamos anestesiados, em nossa zona de conforto…isso me lembra a segunda vez que segui você até sua casa…

Estamos fugindo dos álibis desde o dia 2 de maio…isso me faz pensar nos dias de verão…mesmo estando no inverno.

Vejo você no amargo final…

Cada passo que demos pareceu ser sincronizado, cada osso quebrado…isso me lembra a segunda vez que…enfim…já não importa.

Você me banha entoando canções de ninar…enquanto vai embora…isso me lembra que é total perda de tempo…este dia tão fatídico.

Vejo você no amargo final

Desde a hora em que nossos olhares se cruzaram…foi suicídio.

Te vejo no amargo final

———————————————————————————

Tudo isso porque não queremos ser a mãe, ta psicanalista, a guru, a nutricionista, a médica, a babá, , a puta, a santa, a escrava, a empregada, a cozinheira, a professora, a chefe, a personal trainer, nem a ouvinte passiva ou uma espécie de oráculo.

Queremos apenas ser a mulher.

Companheira, amiga, confidente, ajudadora, parceira, amante.

Mas somos limitadas.

Humanas.

Dá pra entender isso ou a compreensão também precisa ser uma qualidade única e exclusivamente feminina??

Enough is enough.

Voltem para as cavernas, you guys.

2 comentários

  1. Apenas remotamente conexo com este post, ouvi ontem no rádio “club 8” e inevitavelmente me lembrei de vc.

    Um bjo.


  2. Sensacional essa música.



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