Archive for janeiro \29\UTC 2009

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Wag the dog

29 janeiro, 2009

Sou conhecida por dar nomes de coisas ou pessoas famosas aos meus animais de estimação.

Já tive uma gata chamada Bjork, um labrador amarelo chamado Moby, um schnauzer chamado Bowie, dois huskys : Gorby e Logan (codinome do Wolverine) e dois ratos brancos: Sputnik e Yankee.

Pois essa noite eu sonhei que tinha um labrador chocolate, maravilhoso, lindo. Seu pelo brilhava e brincávamos loucamente sobre um gramado verde. Eu jogava a bolinha vermelha, ele ia correndo pegá-la e  trazia de volta pra mim, seus movimentos eram em câmera lenta suas orelhas esvoaçavam e sua língua pendia para fora da boca em sinal de cansaço advindo do contentamento.

Um quadro digno de comercial de ração.

Adivinhem o nome dele?

Obama

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A trilha de Watchmen

28 janeiro, 2009

“No embalo da estréia do filme – finalmente confirmada para 6 de março – a Warner anuncia o lançamento do CD com as músicas escolhidas para a adaptação da HQ de Alan Moore e Dave Gibbons.

O disco abre com a interpretação da banda emo My Chemical Romance para a música “Desolation Row”, de Bob Dylan (o líder da banda, Gerard Way é notório leitor de quadrinhos e co-autor de The Umbrella Academy juntamente com o brasileiro Gabriel Bá).

Depois disso, vem Bob Dylan no original, Janes Joplin e Jimi Hendrix, certamente para ambientar a parte da trama que se passa na Guerra do Vietnã.

De resto, alguns clássicos da música norte-americana: Nat King Cole, Billie Holiday (“You’re my thrill”, a canção que Nite Owl coloca para tocar depois que resgata algumas pessoas de um incêndio) e Nina Simone (“Pirate Jenny”, que vai cobrir os créditos finais da animação Contos do Cargueiro Negro, que sairá em DVD simultaneamente a Watchmen).

Agora o mais bacana: a trilha sonora de Watchmen será lançada em CD e disponibilizada para download dia 3 de março, e em numa versão em VINIL que sai dia 17.

Veja a lista completa das canções que vão embalar a mais esperada adaptação cinematográfica dos últimos tempos:

1. Desolation Row – My Chemical Romance
2. Unforgettable – Nat King Cole
3. The Times They Are A-Changin’ – Bob Dylan
4. The Sound Of Silence – Simon & Garfunkel
5. Me & Bobby McGee – Janis Joplin
6. I’m Your Boogie Man – KC & The Sunshine Band
7. You’re My Thrill – Billie Holiday
8. Pruit Igoe & Prophecies – The Philip Glass Ensemble
9. Hallelujah – Leonard Cohen
10. All Along The Watchtower – Jimi Hendrix
11. Ride of the Valkyries – Budapest Symphony Orchestra
12. Pirate Jenny – Nina Simone ”

Fonte: blog sobre quadrinhos do maridão

Minha opinião:

Faltaram: Elvis Costello ( The Comedians), Devo (Jocko Homo), Iggy Pop (Neighborhood Threat), Police (Walking on the Moon) e John Cale (Sanities) – Todos esses citados em diferentes volumes da obra.

Agora…

Nina Simone, Billie Holiday, Bob Dylan, Leonard Cohen e Philip Glass?

Oh shit! Vou baixar isso right now!

Olha, nesse aspecto o crime compensa…rssrsr e muito!

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Os 15…(ops) os 16 homens mais lindos do cinema ever

27 janeiro, 2009

Primeiro: não gosto de homem com cara de moleque, nem de mulher. Rostinhos delicados e com beleza frágil foram deixados de fora, com exceção de Hugh Grant, porque ele se encaixa na categoria à seguir:

Homem bonito pra mim tem que ter cara de safado. (se não for só a cara, melhor ainda) e de macho. Testosterona à toda prova: barba na cara, cabelos revoltos, ombros largos, cara de mau.

Hugh Grant veio quebrar meu número cabalístico, mas ele é safado e gosta de mulheres de lábios carnudos…rsrsr então fica.

Uh, adoro !

– Paul Newman
– Marlon Brando
– Alain Delon
– Matthew McConaughey   (dos atuais, esse é meu predileto – putaqueopariu, o que é esse homem? Apolo? Dionísio? Eros? Davi de Michelangelo?)
– Mel Gibson (uhh…em Máquina Mortífera)
– Gerard Butler  (em Átila, o Huno)
– Tom Cruise
– Gael Garcia Bernal
– Hugh Jackman
– Jonathan Rhys-Meyers
– George Clooney
– Johny Depp
– Al Pacino
– Brad Pitt
– Clive Owen
– Hugh Grant

 Menções honrosas para: Denzel Washington, Harrison Ford, Viggo Mortensen

Depois faço das minas…

beijo, outro, tchau

BlogBlogs.Com.Br

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Transcendental

26 janeiro, 2009

Muita gente chega ao “Fogo nas Entranhas”, pensando que se tratar de um blog sobre sacanagem, sexo e afins. Bem, meus pageviews agradecem, mas…o buraco é mais embaixo.

Provavelmente e infelizmente, quem chega aqui movido por tal “pré” – conceito deve ser gente ignorante e imbecil, previsível e simplória, que não me conhece e pior, que não consegue imaginar um significado mais abrangente e transcendente para o título do blog, que não algo relacionado a sexo.

Pra vocês terem uma idéia, até citado como “depravado” durante uma audiência judicial, meu blog já foi.

É claro que depois de conhecer o conteúdo o juiz viu que não se tratava de nada disso, que a acusação de não passava de recalque, mas, enfim…

Fogo nas Entranhas é simplesmente alegria de viver.

É energia, é fogo, é chama que não deixa a alma envelhecer, esmorecer, morrer.

Fogo nas Entranhas é satisfação, contentamento, exultação e tesão pela vida em sua totalidade.

Fogo nas Entranhas é joie de vivre.

Fogo nas Entranhas, é algo inexplicável e incompreensível.

A não ser para aqueles que a possuem.

E se você não consegue compreender nada disso…

Azar o seu.

Ninguém pode calar
Dentro em mim
Esta chama que não vai passar
É mais forte que eu
E não quero dela me afastar
Eu não posso explicar quando foi
E nem como ela veio
E só digo o que penso
Só faço o que gosto
E aquilo que creio
Se alguém não quiser entender
E falar pois que fale
Eu não vou me importar com a maldade
De quem nada sabe
E se a alguém interessa saber
Sou bem feliz assim
Muito mais do quem já falou
Ou vai falar de mim
Muito mais do que quem vai falar
Ou já falou de mim

(Resposta – Maysa)

Shove it, frigid bitch!

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Pânico em SP*

24 janeiro, 2009

Eu sempre fui muito urbana. Sempre. Fui gótica durante toda a minha adolescência e parte da juventude, convivi com outras tribos urbanas e frequentava os locais mais insólitos de minha cidade, a maior e mais insana da América Latina.

Eu amava São Paulo com todas as minhas forças e para mim só existiam duas cidades que a superavam : Nova Iorque e Londres.

Essa urbanidade se fazia clara em meu modo de vestir, portar, falar e agir. De viver.

Sempre estive mais para uma Replicante do que para Dorothy.

Mas, de uns anos para cá, essa paixão e esse comensalismo urbanos foram diminuindo, a medida que foram  pendendo para o exagero, o vício e afã desenfreados. Minha relação comigo mesma, com a vida, amigos e com a cidade tornou-se doentia. Cansei de mim, cansei daqui. Cansei de quem era e de onde estava. Cansei de tudo. É o que acontece quando vivemos uma relação obsessiva e intensa. Ficamos intoxicados.

Desde então tenho pensado seriamente em sair daqui e faço planos. Que pretendo realizar, obviamente.

Sei que no começo, como em todo processo de desintoxicação, não vou conseguir deixar SP por completo. Vou precisar estar por perto, a poucas horas de distância. Vou fazer questão de manter algumas atividades  para ter o pretexto de voltar constantemente…mas sei que, como na maioria dos casos, vou me distanciar, aos poucos.

Mas, mais do que tudo isso, eu quero poder voltar, se tiver saudades de toda essa loucura.

As vezes você também tem essa vontade? De sair correndo? As vezes você sente que por mais que descanse, nunca está totalmente recomposto?

Pois saiba que isso é totalmente normal e explicado pela ciência.

 Um estudo liderado pelo psicologo Marc Berman, da Universidade de Michigan, indica que a vida na cidade é exaustiva para o cérebro humano.

Bastam poucos minutos numa rua cheia de gente para que o cérebro seja menos capaz de guardar coisas na memoria. O que ocorre é que o ambiente urbano é tao cheio de estímulos que precisamos o tempo todo redirecionar nossa atençao para que coisas irrelevantes nao nos distraiam (por exemplo, um desconhecido ao lado falando no celular). Esse esforço constante de concentraçao consome energia – na comparaçao entre o cérebro e um supercomputador, é como se o esforço para prestar atençao ocupasse a maior parte da capacidade de processamento.

Por outro lado, o estudo diz que o cultivo à natureza não exige o mesmo esforço e ainda exerce benefício sobre o cérebro. Sugere que plantar mais arvores nas cidades e criar parques com grande variedade de plantas são providências que podem reduzir significativamente os efeitos colaterais da vida urbana.

Bem, me sinto menos velha agora.

Mas não menos paulistana.

Feliz Aniversário, São Paulo. Se não matarmos uma à outra, talvez cheguemos lá.

(Música do Inocentes, banda punk paulistana)

Sem São Paulo, o meu nome é solidão, diga sim, que eu digo não…


Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Quem é seu dono? ninguém São Paulo
Quem é seu dono? ninguém São Paulo

Tem dias que eu digo não, inverno no meu coração
Meu mundo está em tuas mãos
Frio e garoa na escuridão

Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não
Sem São Paulo ÔÔÔ O meu dono é a solidão
Diga sim, que eu digo não

Desperta São Paulo
Desperta São Paulo.

(Sem São Paulo – Inocentes)

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Não consigo!

23 janeiro, 2009

Essas novas regras da ortografia são um CÚ. E com acento, ainda por cima.

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Undead

23 janeiro, 2009

Precisava de boas notícias:

– Peter Murphy confirmou show em SP. E É CLARO que eu vou. Gothic Valentine’s Day!

– Vou na cabine de Watchmen, semana que vem. Depois posto aqui minhas impressões.